quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Gigantes


Gigantomaquia 

Gigantomaquia (em grego γιγαντo-μαχια) é, na mitologia grega, a guerra dos Gigantes contra os Deuses olímpicos que sucede a Titanomaquia, por vezes a Gigantomaquia e a Titanomaquia são identificadas como a mesma guerra.

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O reinado de Zeus, que perdura até hoje, não transcorreu sem contestação: ele teve de enfrentar os gigantes, o monstruoso Tífon e os próprios deuses olímpicos. Todas as tentativas de derrubá-lo, no entanto, fracassaram.
A gigantomaquia
Gaia realmente não suportava ver nenhum de seus filhos preso. Algum tempo depois da titanomaquia, a partir do sangue de Urano, criou os gigantes. Eram seres enormes, fortíssimos e de aspecto aterrador, às vezes representados com serpentes ao invés de pernas. Embora mortais, só podiam ser vencidos simultaneamente por um deus e por um mortal.
gigantomaquia (lit. "luta contra os gigantes") começou assim que os gigantes foram criados. Eles imediatamente começaram a alvejar o Olimpo com grandes árvores em chamas e rochedos enormes. Zeus, ajudado por seus irmãos, irmãs e filhos divinos, porém, enfrentou-os e venceu.
Consta que além dos deuses olímpicos, diversas divindades pré-olímpicas antigas lutaram ao lado de Zeus, como por exemplo a deusa Hécate. O principal aliado mortal de Zeus foi seu próprio filho, Héracles, pois a gigantomaquiaocorreu antes de sua apoteose.
Tífon
Gaia, inconformada, fez ainda uma última tentativa. Uniu-se a Tártaro, outro deus da "1ª geração", e gerou Tífon, uma obra-prima de monstruosidade. Hesíodo (Th. 823-35) descreveu-o para nós: braços poderosos, pés infatigáveis, cem cabeças de serpente com línguas negras e olhos que expeliam fogo, e de todas as cabeças saiam simultaneamente terríveis sons.
Antes de desafiar Zeus, consta que Tífon teve tempo de gerar alguns monstros, unido a Equidna: Ortro, Cérbero, aHidra de Lerna e a Quimera.
Zeus, então, enfrentou o monstro com seus raios e trovões, e a violenta luta fez tremer o céu, a terra, o mar e abalou o próprio mundo subterrâneo. Venceu-o com dificuldade[1] e atirou-o também ao Tártaro.
Com isso, Gaia finalmente sossegou...
A revolta dos olímpicos
E então, quando tudo parecia estar calmo, Hera, Posídon, Atena e Apolo, por razões não esclarecidas, planejaram surpreender Zeus, prendê-lo e acorrentá-lo. A nereida Tétis, no entanto, tomou conhecimento desses planos e avisou um dos hecatônquiros, Briaréu, tio e aliado de Zeus durante a titanomaquia.
O discreto Briaréu dirigiu-se imediatamente ao Olimpo e postou-se, com toda a sutileza de eram capazes as cinquenta cabeças e os cem braços que possuía, ao lado do sobrinho. Homero conta (Il. 1.397-406), maliciosamente, que a simples presença do poderosíssimo filho de Gaia atemorizou os outros deuses e fê-losdesistir de seus planos...
Posídon e Apolo, como castigo, tiveram de servir o rei de Tróia, Laomedonte, e construir as muralhas da cidade. Aparentemente, Zeus não castigou nem a esposa nem a filha.
Iconografia
A luta entre Zeus e Tífon aparece muito raramente na iconografia arcaica, especialmente em vasos; agigantomaquia, por outro lado, foi um dos temas mais utilizados em quase todos os períodos artísticos.
Nos vasos de cerâmica, cenas da luta entre deuses e gigantes aparecem a partir de -560, mais ou menos; nosrelevos dos templos e outros edifícios, um pouco depois disso, como por exemplo no Tesouro dos Sifnianos em Delfos. Uma das mais famosas obras de arte com esse tema era o Altar de Zeus em Pérgamon, datado de-164/-156, conservado atualmente no Pergamonmuseum de Berlim.
Notas
  1. Alguns mitógrafos relatam que, inicialmente, Zeus foi vencido e aprisionado por Tífon em uma gruta, sem os músculos e os tendões. Hermes e seu filho  enganaram, no entanto, o dragão que vigiava os músculos e tendões de Zeus e conseguiram devolvê-los ao pai dos deuses e dos homens. Revigorado, Zeus enfrentou Tífon novamente e desta vez conseguiu vencê-lo e soterrá-lo arremessando-lhe o Monte Etna (costa leste da Sicília). As chamas que saem periodicamente do Etna provêm, sem dúvida, do fogo do derrotado Tífon... Geia, ficou profundamente irritada contra os Olímpicos por lhe terem lançado os filhos, os Titãs, no Tártaro, e excitou contra os vencedores os terríveis Gigantes, nascidos do sangue de Urano caido na terra ao ser castrado por Crono.
    Os Gigantes foram gerados por Geia para vingar os Titãs, que Zeus havia lançado no Tártaro. Eram seres imensos, prodigiosamente fortes, de espessa cabeleira e barba hirsuta, o corpo horrendo, cujas pernas tinham a forma de serprente. Tão logo nasceram, começaram a jogar para o céu árvores inflamadas e rochedos imensos. Os deuses prepararam-se para o combate. A princípio lutavam somente Zeus e Palas Atena, armados com a égide, o raio e a lança. Já que os Gigantes só podiam ser mortos por um deus com o auxílio de um mortal, Héracles passou a tomar parte no combate. Apareceu também Dionísio, armado com um tirso e tochas, e secundado pelos Sátiros. Aos poucos o mito se enriqueceu e surgiram outros deuses que vieram em socorro de Zeus.
    Os mitógrafos destacam nessa luta treze Gigantes, embora seu número tenha sido muito maior. Alcioneu foi morto por Héracles, auxiliado por Atena, que aconselhou o herói arrastá-lo para longe de Palene, sua cidade natal, porque, cada vez que o Gigante caía recobrava as forças, por tocar a terra, de onde havia saído.
    Porfírio atacou a Héracles e Hera, mas Zeus inspirou-lhe um desejo ardente por esta e enquanto o monstro tentava arrancar-lhe as vestes, Zeus o fulminou com um raio e Héracles acabou com ele a flechads. Efialtes foi morto por uma flecha de Apolo no olho esquerdo e por uma outra de Héracles no direito. Êurito foi eliminado por Dionísio, com um golpe de tirso; Hécate acabou com Clício a golpes de tocha; Mimas foi liquidado por Hefesto, com ferro em brasa. Encélado fugiu, mas atena jogou em cima dele a ilha de Sicília; a mesma Atena escorchou a Palas e se serviu da pele do mesmo, como uma couraça, até o fim da luta. Polibotes foi perseguido por Posídon através das ondas do mar até a ilha de Cós. O deus, enfurecido quabrou um pedaço da ilha de Nisiro e lançou-o sobre o Gigante, esmagando-o. Hermes usando o capacete de Hades, que o tornava invisícel, matou Hipólito, enquanto Artemis liquidava Grátion. As Moîras mataram Ágrio e Toas. Zeus, com seus raios, fulminou os restantes e Héracles acabou de liquidá-los a flechadas.
    Gigantomaquia - Gravura
    Gigantomaquia - Gravura
    Gigantomaquia quer dizer, a luta dos Gigantes, foi atravada na Trácia, segunda uns, segundo outros na Arcádia, às margens do rio alfeu.
    Seres ctônios, os Gigantes simbolizam o predomínio das forças nascidas da Terra, por seu gigantismo material e indigência espiritual. Imagem da Hýbris, do descomedimento, em proveito dos instintos físicos e brutais, renovam a luta dos Titãs. Não podiam ser vencidos, como se viu, a não ser pela conjugação de forças de um deus e de um mortal. O próprio Zeus necessita de Héracles, ainda não imortalizado, para liquidar Porfírio; Efialtes foi morto por Apolo e Héracles. Todos os Olímpicos, adversários dos Titãs, Atena, Hera, Dionisio, Posídon... deixam sempre ao mortal a tarefa de acabar com o monstro. A idéia parece clara: na luta contra a "bestialidade terrestre", Deus tem necessidade do homem tanto quanto esse precisa de Deus. A evolução da vida para uma espiritualização crescente e progressiva é o verdadeiro combate dos gigantes. Esta evidência implica, todavia, num esforço do alto, para triunfar das tendências involutivas e regressivas ao heroísmo humano. O Gigante representa tudo quanto o homem terá que vencer para liberar e fazer desabrochar sua personalidade.


Tifão

Tifão ou Tifeu (em grego antigo Τυφωευς, Τυφων, Τυφαων, Τυφωςtransl. Typhôeus, Typhôn, Typhaôn, Typhôs), 

é um deus damitologia a quem imputavam os gregos a paternidade dos ventos ferozes e violentos. Era filho de Gaia) e de Tártaro.

No sincretismo com o mito egípcio de Osíris, Tifão era identificado com o gigante Seb, responsável pela seca do Nilo e deus da morte, e que por inveja da fecundidade daquele o matara, sendo vingado por seu filho Anúbis (identificado com Apolo).

Junto à esposa Equidna foi pai de vários dos monstros que povoam as aventuras de heróis e deuses, como o Leão de Neméia, combatido por Hércules, a Hidra de Lerna ou a Esfinge, na fusão com os mitos nilóticos, dos cães Ortros e Cérbero.

Hesíodo descreve-o assim:
"As vigorosas mãos desse gigante trabalhavam sem descanso, e os seus pés eram infatigáveis; sobre os ombros, erguiam-se as cem cabeças de um medonho dragão, e de cada uma se projetava uma língua negra; dos olhos das monstruosas cabeças jorrava uma chama brilhante; espantosas de ver, proferiam mil sons inexplicáveis e, por vezes, tão agudos que os próprios deuses não conseguiam ouvi-los; ora o poderoso mugido de um touro selvagem, ora o rugido de um leão feroz ; muitas vezes — ó prodígio! — o ladrar de um cão, ou os clamores penetrantes de que ressoavam as altas montanhas."


Alcioneu

Alcioneu (em grego Άλκυονεύς) na mitologia grega foi um dos gigantes, filho de Gaia (a Terra) e de Urano (o Céu). Foi morto por Héraclesquando atacava sua comitiva após o décimo trabalho - roubo do gado de Gerião.

Mitos

As doze filhas de Alcioneu, as Alciónidas, se lançaram ao mar desesperadas pela morte de seu pai, transformando-se então em alciones.

Efialtes (filho de Posídon)

Efialtes foi um dos Aloídas, filho de Posídon e Ifimedia. Gigante feroz, a exemplo de seu irmão Oto, ambos tentaram escalar o Olimpo, mas acabaram vítimas de um ardil engendrado por ÁrtemisDiana na mitologia romana, deusa da caça.

Porfírio (mitologia)

 Porfírion (em grego antigo: Πορφυρίων), na mitologia grega, é um gigante filho de Gaia e o Tártaro.Porfírion raptou Hera,e isso foi o estopim para a batalha contra os deuses chamada gigantomaquia. Na batalha, Zeus fê-lo desejar Hera, e ele arrancou as roupas de Hera mas, ao tentar estuprar Hera, foi morto após ser derrubado por um raio de Zeus e atingido por uma flecha de Héracles. Ele e Alcioneu eram os dois gigantes mais poderosos gerados por Gaia, quando esta, irritada pelo destino dos titãs, resolveu destronar Zeus.


Gigantomaquia de Claudiano, um poema incompleto, termina abruptamente quando Porfírio, levado por suas serpentes para o meio do mar, tenta arrancar Delos para jogar a ilha contra o céu, levando terror a Tétis e demais deuses marinhos; Delos pede ajuda de Febo, hábil arqueiro.

No século II d.C., um grupo de atenienses, os athmoneis, diziam que Porfírio havia reinado na Ática antes de Acteu.

Encélado (mitologia)

Enceladus, ou Encélado, é, na mitologia grega, um dos gigantes, que são os quatro filhos de Gaia. Foi vencido por Atena. É conhecido como o senhor do gelo. É irmão do mais poderoso gigante da mitologia grega, Tífon. Conhecido como aquele que rosna. Uma das máquinas de guerra construídas para destronar Zeus. Encélado e Tífon lutaram contra Zeus e Atena em uma batalha sangrenta que culminou na queda dos últimos gigantes. Em sua batalha com Atena e Zeus, foi aprisionado no monte Etna juntamente com seu irmão e lá estão presos até hoje lançando sua fúria sobre a Terra.

Argos Panoptes

Argos Panoptes (Argo de muitos olhos) era um gigante com cem olhos. Servo fiel de Hera, é incumbido pela deusa de tomar conta de Io, uma princesa e amante de Zeus transformada em novilha. Era um excelente boiadeiro, visto que, quando dormia, mantinha 50 de seus olhos despertos. Para libertar Io a mando de Zeus, Hermes o pôs para dormir e em seguida cortou sua cabeça.
Hera o homenageou transformando-o em pavão - sua ave sagrada -, em cuja cauda pôs seus cem olhos.
Argos também foi responsável pela morte da Équidna, uma serpente fabulosa.

Egeon

Egeon, na mitologia grega, é um dos gigantes de cem mãos conhecidos como Hecatônquiros que lutaram contra os Titãs, como aliados dos deuses olímpicos. Quando estes quiseram prender Zeus, Egeon foi chamado para dissuadi-los.

Gerião


Gerião (do grego antigo Γηρυών), na mitologia greco-romana, o nome de um dos gigantes, filho de Crisaor e de Calírroe, dotado de três cabeças; era irmão de Équidna, monstro metade mulher metade serpente, que gerou o cão Ortro, que velava pelo gado de Gerião. Seu mito está ligado ao de Hércules, a quem coube, num dos seus trabalhos, roubar-lhe os bois.
Gerião habitava Erítia (a "vermelha"), uma das míticas ilhas das Hespérides, situada no extremo Ocidente do mar Mediterrâneo. Trata-se provavelmente da Espanha, próximo a Cádiz.

Origem do nome


O nome Gerião deriva do verbo grego γηρύειν (guerýein), que significa gritarfazer ressoar, possivelmente porque ele era um pastor ou porque este talvez fosse originalmente o nome docão que lhe pastoreava o rebanho.

Características

Gerião tinha três cabeças (policefalia) e três torsos. Era um ser cruel, cuja deformidade ia até os quadris.


Hércules e os bois de Gerião

Seu cobiçado rebanho de bovinos vermelhos era guardado pelo pastor Eurítion e pelo cão Ortro, próximo ao local em que também pastava o rebanho de Hades (Plutão), cuidado por Menetes.
Havendo Hércules recebido de Euristeu a incumbência de capturar o rebanho de Gerião, atravessa o Oceano na Taça do Sol e, chegando à Erítia após várias aventuras (dentre as quais a abertura do estreito de Gibraltar), liquida Ortros com sua clava e depois derrota Eurítion. Avisado por Menetes, Gerião trava com o herói um combate às margens do rio Ântemo, onde é finalmente é morto a flechadas. Hércules então segue sua jornada de volta à Grécia, enfrentando vários desafios.
Junito Brandão, computando a Hércules treze tarefas (sendo a última a vitória sobre a morte), diz que seus três últimos trabalhos compõem essa escalada do herói rumo à vitória; o périplo até as terras brumosas de Gerião seria, assim, parte desse seu "namoro com Thánatos".


Gerioneida
, a morte de Gerião

Dedicou a Gerião o poeta Estesícoro (nascido na Magna Grécia) os versos de sua obra Gerioneida, da qual restaram inúmeros fragmentos, além de um resumo na obra Biblioteca, dePseudo-Apolodoro.
Neste poema Estesícoro de certa forma procede a uma humanização do monstro Gerião, tomando de Homero a imagem da morte de uma das suas cabeças com o cair de uma pétala, restando entretanto as demais; também recorre à imagem de sua mãe Calírroe a lamentar sua morte, tal como Hécuba fizera na Ilíada.


Revisão do mito na cultura ibérica medieval

O mito de Gerião, que guarda fortes raízes com a formação nacional de Espanha e Portugal, em sendo ele um habitante daquelas terras, ganhou algumas obras revisionistas ao longo do tempo.
Produziram obras neste sentido autores medievais espanhois, como o Bispo de Girona e Joan Margarit (1422-1484), em cuja obra se procura legitimar a resistência de Gerião ao invasor grego, e ainda Rodrigo Ximénez de Rada, arcebispo de Toledo, dentre outros.
Já em Portugal o monge Bernardo de Brito trata o monstro como um invasor, que procurou estabelecer na Lusitânia uma colônia hispânica. Seria, assim, uma figura real, histórica: "Reynou Gerião em Espanha, depois da morte de Beto vltimo Rey dos naturaes, & descendẽtes de Tubal, trinta & quatro annos, & sua morte succedeo, aos quinhentos & quarenta & cinco do dilluio, no qual tempo se acabou a idade dourada nestas partes, & começarão os homens a cometter insultos, & latrocinios, seguindo o exemplo do Rey que os gouernara: que hum Senhor desalmado basta pera contaminar hum Reyno todo.".


Cultura moderna

A colônia britânica de Gibraltar lançou uma moeda de 2 Libras de Gibraltar com a efígie da rainha Elizabeth II numa face, e na outra uma imagem de Hércules a derrotar Gerião.

Orion




Na Mitologia grega representa o herói Órion, grande caçador e amado por Artemis. Apolo, irmão de Artemis, por não aprovar o romance entre os dois envia um escorpião para matá-lo. Apolo, então, desafia a pontaria de Artemis, outra grande caçadora, que atinge em cheio seu amado que fugia do escorpião. Percebendo o engano que havia cometido, Artemis, em meio às lágrimas, pediu para Zeus colocar Órion e o Escorpião entre as estrelas.

Na Mitologia nórdica, a constelação é denominada "Frigga Distaff" (Fuso de Frigga). Como a constelação está no equador celestial, vários intérpretes sugerem que as estrelas que giram no céu da noite podem ter sido associadas com a roda girando da deusa Frigga.

Amico

Gigante, filho de Netuno, que duelou com Pólux, sendo derrotado por este.

Dercino


Na mitologia gregaDercino (do grego: AepKvvos), também chamado de Bercino ou Bercione de acordo com as várias traduções disponíveis, era um gigante, filho de Poseidon, deus dos mares, e irmão de Albião. Segundo a mitologia ele entrou em conflito com Hércules, quando vivia em Ligúria.
Dercino viveu como um pastor com seu irmão numa cidade da Ligúria, quando Hércules atravessou seu país com o gado de Gerion (Um de seus doze trabalhos, com as quais cruzou aEuropa), não resistindo, ataca-o, juntamente com sua família, acabando por ser morto.

Albião

Na mitologia gregaAlebião ou Albião (Em grego antigo: Ἀλεβίων ou Ἀλβίων) foi um dos filhos de Poseidon e Anfitrite que junto de seu irmão Dercino (também chamado de Bergione), atacaram Hércules quando este passava por seu país, Ligúria, com o gado de Gerion. Ambos os irmãos foram mortos por Hércules. O escoliasta de Licofron chama o irmão de Albião de Ligys. A história é também citada por Higino e Dionísio.

Oto (mitologia)

Oto, na mitologia grega, foi o filho de Posídon e Ifimedia, irmão de Efialtes, como ele, um Aloída. Ambos tentaram escalar o Olimpo e foram mortos pela áudacia.

Aloídas


Na mitologia grega, os Aloídas (ou Aloíades) eram dois irmãos gêmeos, Oto e Efialtesgigantes filhos de Poseidon e Ifimedia, esposa de Aloeu (em outra versão eram filhos de OceanoTétis). Embora considerados gigantes, são posteriores aos filhos de Gaia e não têm nenhuma relação com eles. Segundo a descrição de Homero, distinguiam-se por uma grande beleza.
Conta a lenda que Ifimedia, apaixonada por Poseidon, costumava passear à beira do mar, pegando água das ondas em suas mãos e derramando-a em seu peito. Posídon acabou cedendo ao seu amor e lhe deu dois filhos, Oto e Efialtes. Como seu esposo se chamava Aloeu, seus filhos passaram a ser conhecidos como Aloídas.
Eram gigantes fortes e agressivos, com um crescimento extraordinário: cada ano, cresciam cerca de 50 cm em largura e cerca de 150 cm em altura. Aos nove anos, com 13 metros de altura e 4,5 de largura, decidiram fazer guerra aos deuses.
Para isso, colocaram o monte Ossa sobre o monte Olimpo, e o monte Pélion em cima dos outros dois, ameaçando escalar o céu. Depois anunciaram que jogariam montanhas no mar para secá-lo, e colocariam o mar onde, até então, era a terra.
Aprisionaram Ares num vaso de bronze e o deixaram assim treze meses até que Hermes conseguisse libertá-lo, num estado de esgotamento extremo. Puseram-se em seguida a fazer a corte às deusas. Oto queria raptar Hera, enquanto Efialtes perseguia Ártemis.
Todas essas façanhas exageradas acabaram atraindo para os dois irmãos o castigo dos deuses. Ártemis, seguindo conselho de seu irmão Apolo, conseguiu enganar os gigantes, transformando-se em corça e saltando entre eles. Na ânsia de caçar o esplêndido animal, atiraram suas lanças um contra o outro, matando-se. Segundo outra versão, foram eliminados por Apolo, quando este descobriu o plano deles.
Outra versão, ainda, diz que foram fulminados por Zeus e precipitados nos Infernos, conhecendo um suplício sem fim. Amarrados a uma coluna cercada por serpentes, são torturados perpetuamente por uma coruja que grita sem parar.

Efialtes (filho de Posídon)

Efialtes foi um dos Aloídas, filho de Posídon e Ifimedia. Gigante feroz, a exemplo de seu irmão Oto, ambos tentaram escalar o Olimpo, mas acabaram vítimas de um ardil engendrado por ÁrtemisDiana na mitologia romana, deusa da caça.

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